Com a evolução da ROM seu próprio nome perdeu sentido pois os dados
são gravados nelas apenas uma vez. Depois disso, essas informações não
podem ser apagadas ou alteradas, apenas lidas pelo computador, exceto
por meio de procedimentos especiais, mas seu foco não é para gravação
com freqüência. Vários aparelhos eletrônicos usam essa tecnologia, como
leitores de DVD, placas de computador, taxímetros, celulares. Dá-se o nome de firmware para o software gravado dentro da ROM para o funcionamento destes aparelhos. O firmware de um aparelho é para ele como um sistema operacional,
que além de fazer a comunicação entre o usuário e o aparelho, tem
funções pré-programadas para execução quando solicitadas pelo usuário ou
por um outro aparelho nele acoplado. O firmware
pode ser atualizado caso seja necessário por alguma eventualidade ou
erro de programação, mas para isto o aparelho deve estar funcional para
poder fazer a atualização.
A ROM também foi bastante usada em cartuchos de videogames. Atualmente emuladores de videogames utilizam "ROMs", que nada mais são que os softwares extraídos de um cartucho.
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